
Este Domingo mais uma Oficina deGustar. Vamos fazer Wraps, venha provar e comprovar, traga o avental.
Inscrições: http://espacodosgirassois.blogspot.com/2010/04/pratos-do-oficio-paulo-ferroni.html


A Universidade de Tel Aviv, em Israel, é a mais nova instituição de ensino a aderir a campanha "Segunda Sem Carne". O movimento é organizado por um grupo de alunos da universidade e o lançamento oficial aconteceu no dia 31 de março, com a distribuição gratuita de refeições vegetarianas.
Além das refeições, diversos livros sobre a dieta vegetariana também foram distribuídos entre os estudantes, que puderam saborear tofu defumado, seitan temperado e pratos indianos livres de ingredientes de origem animal.
A iniciativa foi acatada pela cozinha da universidade, que passará a servir ao menos uma opção de comida vegetarianas às segundas-feiras.
Segundo os estudantes que organizam a campanha, a iniciativa serve para alertar as pessoas de que a indústria da carne contribui para o aquecimento global, e que ser vegetariano é uma das alternativas para lutar contra esse mal.
"Mudar nossos hábitos alimentares é o jeito mais simples e eficaz que cada um de nós podemos ajudar contra o aquecimento global", declarou o presidente da União do Meio Ambiente de Israel, o professor Dan Rabinowitz.
Ao todo foram distribuídos cerca de 30 kg de comida vegetariana no campus.
No passado dia 14 de Março, na Quinta dos Moinhos de São Filipe, (veja o site, vale a pena) fomos recebidos pela nossa amiga, Teresa Olaio, para uma Oficina degustar, com a primeira edição do tema: "da farinha até à boca, uma viagem pela tortilla mexicana".
Foi fantástica a interacção dos perto de 50 participantes, de todas as idades e a energia do local. Depois de termos deGustado os wraps que fizemos, ainda fomos fazer um passeio pela Serra da Arrábida e visitar uma Queijaria do saborosíssimo queijinho de Azeitão. Maravilha. Até deixou de chover, só pra nós.
Obrigado a todos os presentes.
Aqui vão as fotos do dia.
Sou absolutamente fanático por massa folhada, mas a gordura (doses cavalares) com que a mesma é feita, afasta-me cada vez mais dela. Daí que evitava as quiches, até que descobri esta forma de fazer a quiche, sem casca.
4 ovos de preferência biológicos
500 ml de leite
1 alho francês
1 molho de espinafres
3 dentes de alho
2 colheres de sopa de azeite extra virgem
Pimenta branca
Sal
Noz de moscada
Ponha o forno a 180º
Numa frigideira deite 1 colher de sopa de azeite, um alho picado, quando o alho estiver alourado e antes de queimar, retire e reserve. Com o lume alto, salteie os cogumelos às tiras. Pode usar de lata. Fatie-os é na altura. Quando estiverem, reserve.
Junte mais uma colher de azeite e salteie o alho francês e a cebola às rodelas finíssimas. Quando estiver, reserve.
Na mesma frigideira, ponha a ultima colher de azeite e os alhos. Deixe alourar. Reserve. Salteie agora os espinafres. Reserve.
Numa batedeira, coloque a farinha e os ovos. Bata bem e junte o leite aos poucos. Sal e pimenta. Junte o queijo ralado. Junte um pouco de queijo da ilha ralado, se gostar.
Misture com o que estava reservado.
Forre com papel vegetal uma forma aí com 25x25 e verta a mistura que preparou.
Entregue-a as forno aos tais 180º durante 45 minutos.
Retire e espere 10 minutos antes de cortar.
Sirva com arroz e uma boa salada.

As primeiras imagens que guardo de subnutrição na memória, situam-se na década de sessenta do século passado, na Etiópia.
Porém, há dias tive oportunidade de me deparar com uma realidade igualmente sem sentido e bem mais próxima.
Durante a hora do almoço, dirigi-me a uma superfície comercial. Reparei que os seus clientes eram maioritariamente jovens. Enquanto aguardava a minha vez na caixa, apercebi-me de que compravam pacotes de batata frita, refrigerantes fortemente gaseificados e açucarados, doces, especialmente tortas em embalagens familiares, pão de forma industrial branco (que na rua barravam com maionese), produtos de charcutaria de baixo custo, pacotes de vinho de longa duração. E, para trazer tudo isto, passavam pela frutaria, literalmente como “cão em vinha vindimada”.
A alguns, devido à sua idade, era-lhes recusada a venda de bebidas alcoólicas mas estes, passavam-nas aos colegas com mais de 16 anos que lhas entregavam depois da linha de caixas. Fui noutros dias, à mesma hora a outras superfícies comerciais, a realidade é a mesma.
Não são sem-abrigo, mas até parecem, são filhos e filhas de família, estudantes das nossas escolas. O futuro do que quer que “isto” venha a ser.
E isto representa o quê?
A falência do sistema de ensino? Os nossos jovens dão as matérias apenas para passarem e não chegam a transformar essas matérias em conhecimento? Ou não conseguem fazer a “ponte” entre os livros que supostamente estudam e a realidade em que vivem. As refeições servidas nas escolas serão pouco apelativas? Os exemplos de casa serão estes? Ou o que é ainda mais grave, estarão a jogar uma roleta russa silenciosa sem se importarem com as consequências dos seus actos?
Quem se importa?
Quem se preocupa?
Quem quer intervir?
Nós, pais, tios, família, professores, amigos, precisamos de dar respostas a esta situação ou a médio prazo, estaremos todos a sofrer as consequências, mas principalmente os nossos jovens.
Quem se chega à frente?
Nigella’s Hummus
Na sequência de outra receita da Nigela, aqui vai uma entrada. Do livro. na Cozinha com Nigella.
Curioso verificar que os cozinheiros das terras de sua majestade, se viram cada vez mais para a culinária mediterrânica, mais propriamente do norte de Africa.
1 lata grão de bico escorrida
1 colher de chá de colorau
2 colheres de sopa de queijo Filadélfia
2 colheres de sopa de azeite de alho ou azeite e dois alhos
1 colher de chá de sumo lima
Sal qb
Eu acrescentei: pimenta de Cayenna e reforcei o sumo de lima
Pique tudo no proessador.
Fica um hummus, muito bonito de um “escarlate estridente”.
Sirva bem frio, acompanhado de umas boas tostas ou de um pão Pitta cortado aos triângulos e tostado.
Receita de Nigella Lawson: www.nigella.com
Simples, mais simples não há! Ideal para as crianças.
Ingredientes:
1 lata de leite condensado
1 pitada de sal
200 gramas de pistáchios
Como fazer:
Descasque os pistáchios, coloque-os num saco e parta-os com o rolo da massa.
Agora, numa frigideira de fundo pesado e em lume brando:
Coloque o chocolate previamente partido, junte o leite condensado, o sal e a manteiga.
Vá mexendo até se derreter. Atenção! Não lamba a lata do leite condensado que ainda se corta! E depois deixa queimar isto tudo.
Quando estiver derretido, junte os pistáchios e misture bem.
Forre com papel vegetal, celofane ou alumínio uma forma com 25X25 e despeje cuidadosamente esta mistura.
Agora é só deixar arrefecer e colocar no frigorifico ou se tiver pressa no congelador.

Com o tempo a arrefecer, sabem bem pratos mais fortes e que se prestem a acompanhar um vinho tinto mais encorpado, daí pegar na ideia da feijoada e passá-la para uma versão Vegan.
Ingredientes:
2 Colheres de sopa de azeite extra virgem
4 Cebolas médias
4 Dentes de alho
1 Lata de tomate de
½ Pimento vermelho
½ Pimento verde
1 Enchido vegetariano
Colorau qb
Flor de sal qb
Pimenta de Cayena, qb
1 Folha de louro
Comece por colocar 2 colheres de sopa de azeite, louro, 2 cebolas às rodelas e 2 dentes de alho picados ao lume até dourarem. Não deixe queimar os alhos. Quando estiverem douradinhos, reserve numa tigela grande junto com as cebolas. No azeite salteie os pimentos e quando estiverem retire para a tigela. Esprema bem a soja e ponha na frigideira, salpique com colorau e vá mexendo. Corte e salteie o seitan aos cubos. Salteie também o tofu fumado. Reserve.
Faça agora um refogado com o resto das cebolas, alhos, e quando estiverem cozinhados, junte os tomates escorridos e esmagados com as mãos. Se quiser colocar uma malagueta, junte agora e não ponha pimenta.
Quando os tomates estiverem desfeitos, passe com a varinha mágica.
Junte o conteúdo da tigela. Passados 5 minutos, junte o feijão. Se usar de lata, escorra e guarde o liquido para o caso de a feijoada começar a ficar seca demais.
Sempre a mexer.
Entretanto, caso use enchido vegetariano, cozinhe-o em azeite ou água. Retire a tripa e corte aos pedaços. Só vai juntar quando servir.
Deixe apurar bem.
Acompanhe com arroz branco e um tinto alentejano.

Este crumble é simplesmente deliciosoooooo!
Cobertura:
1/2 chávena de açúcar mascavado
1/2 chávena de nozes partidas em pedaços
1/4 chávena de farinha de trigo
1/4 chávena de manteiga muito fria, cortada aos quadradinhos pequenos
1/2 colher de chá de canela em pó
1/8 colher de chá de noz moscada
.
Massa:
1e 3/4 chávena de farinha de trigo
1 colher de chá de canela em pó
1 colher de chá de pimento preta
3/4 colher de chá de fermento em pó
1/2 colher de chá de sal
1 maça Granny Smith, sem casca, cortada em quadrados pequenos
1/2 chávena manteiga derretida à temperatura ambiente
1 chávena de açúcar mascavado
1 colher de chá de baunilha (em extracto puro)
1 ovo ligeiramente batido
1 chávena de passas escorridas e secas depois de terem estado em água quente durante 15 minutos
Preparação:
Pré aqueça o forno à temperatura de 175ºc.
Forre uma forma quadrada de 25x25 com papel de alumínio ou vegetal.
Cobertura:
Usando um processador de alimentos, triture o açúcar mascavado, as nozes, a farinha, a manteiga, a canela, a noz-moscada até ficarem pedaços pequenos. Coloque no frigorífico enquanto prepara a massa.
Massa:
Numa tigela misture a farinha, a canela, a pimenta, o fermento e o sal. Reserve.
No processador de alimentos, triture a maça mas não demasiado. Coloque noutra tigela grande. Adicione a manteiga derretida, o açúcar mascavado, a baunilha e o ovo. Misture.
Junte a mistura da farinha e as passas à mistura da maça, mexendo bem com uma colher. Deite na forma quadrada e por cima a cobertura.
Cozinhe durante
Nota1: Eu ponho as passas de molho em vinho do Porto e como 15 minutos è muito, dá umas voltinhas no microondas

Este é o verdadeiro fast-food do médio oriente. A sua paternidade tem sido reclamada por árabes e judeus, sendo que ultimamente também apareceram os libaneses e os sudaneses a reclamar a sua paternidade. É mais popular que as nossas castanhas assadas e as farturas juntas.

Ingredientes:
2 Chávenas de grão-de-bico
1 1/2 Chávena de fava
1 Chávena de folhas de coentros
1/2 Chávena de salsa
8 Dentes de alho picados
2 Colheres de chá de sal
1 Colheres de sopa de sementes de coentro em pó
1 Colheres de sobremesa cominhos em pó
1 Cebola grande
1 Colheres de café de pimenta preta
1/2 Colher de café de pimenta Caiena (opcional)
1/2 Chávena de pão ralado
1 Colher de sopa de bicarbonato de sódio adicionado antes de fritar
1 / 2 colher chá de fermento em pó
Deixe de molho em água o grão-de-bico e as favas durante uma noite.
Pique e misture o grão-de-bico e as favas num liquidificador até que os grãos atinjam a consistência de migalhas de pão fino.
Coloque numa tigela grande. Em seguida coloque a cebola, alho, coentro e salsa no liquidificador e bata até que atinja uma consistência pastosa, adicione à mistura de grão e favas.
À tigela adicione o cominho, o coentro, o sal, a pimenta preta, a pimenta de Caiena e o pão ralado. Misture muito bem. Prove para ver se está bom de sal
Aqueça óleo numa frigideira pequena até cerca de
Adicione o bicarbonato de sódio na mistura de grão e misture bem.
Molde a mistura em bolas pequenas e deixe coloque no óleo para fritar, vire continuamente as bolinhas de falafel para ter a mesma cor em todos os lados. CUIDADO QUE ESPIRRA!!!
Quando tiverem uma cor dourada, remover as bolinhas e escorrer em papel de cozinha.
Sirva quente com molho de tahine ou com maionese misturada com iogurte, cominhos, pimenta branca e sal refinado.
Também pode fazer hambúrgueres e em vez de fritar pode assar no forno. Fica um pouco mais seco mas com muito menos gordura.
O queijo amarelo da Beira Baixa, produzido na fábrica Damar, no Fundão, foi seleccionado para tema de palestra e acções de degustação a partir de amanhã em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América (EUA), anunciou ontem a empresa.
Em 2008 foi eleito o "queijo do momento", numa "prova cega" com 100 queijos de todo o mundo, organizada pelas revistas especializadas Wine Spectator e Vanity Fair.
"A distinção deu grande projecção internacional ao nosso queijo", explicou o empresário Daniel Reis Amarelo, da Damar.
Como resultado, as vendas no último Natal subiram e surgem convites. A empresa Tavaron, que distribui o queijo nos EUA, "escolheu-nos para participar numa palestra sobre queijos, no dia 15, e numa degustação na 5ª Avenida, no dia 16, para vários convidados, como lojas gourmet e cadeias de distribuição", disse Daniel Amarelo.
"Os americanos querem saber as origens, conhecer a região e receber explicações detalhadas sobre o processo de fabrico do queijo. São muito interessados nesses aspectos", explicou o empresário, que espera conquistar novos clientes durante esta deslocação.
"Na próxima semana veremos. Vamos estabelecer contactos com grandes compradores deste tipo de produtos", sublinhou.
O Queijo Amarelo da Beira Baixa é produzido com leite de ovelha e cabra com uma cura de 45 dias. É um produto certificado, com Denominação de Origem Protegida (DOP), que garante o fabrico segundo características próprias e sujeito a um sistema de controlo independente, instituído ao longo da sua fileira de produção.
O Queijo Picante de Beira Baixa é o outro produto DOP da Damar, também produzido com leite de ovelha e cabra. Tem, no entanto, uma cura prolongada, superior a quatro meses, que lhe confere um sabor fortemente pronunciado.
A exportação representa quase um terço da produção da Damar, que inclui outros tipos de queijo, num total de 1.600 unidades por dia. Cerca de 400 são de queijo amarelo, que se encontra no mercado nacional por um preço que ronda os 12 euros o quilograma.
A empresa emprega 40 pessoas e está instalada na Zona Industrial do Fundão.
Fonte JN
È uma receita óptima para celíacos pois as folhas de massa são substituídas pelas fatias de beringela.
Receita como apoio da Karpediem, produtora de seitan, tofu e mais umas delícias para quem procura produtos naturais saborosos.
Ingredientes para 6 pessoas que comam “bem”(acho uma delicia dizer “comer bem” quando devia ser” comer que nem um alarve”. Especialmente porque eu pertenço ao clube dos que comem mais que bem.)
2 beringelas grandes fatiadas a
5 dentes de alho (eram pequenos)
18 tomates bem maduros
4 cebolas pequenas
1 alho francês
2 folhas de louro
Azeite extra virgem
Pus as beringelas em água com sal e uma colher de vinagre.
Comecei por fazer um refogado ligeiro com azeite extra virgem, cebola aos cubinhos e folha de louro. Adicionei o alho. Juntei 6 tomates pelados esmagados. Cortei o seitan aos cubinhos e juntei no tacho com as cenouras. Baixei o lume deixei cozinhar.
Entretanto comecei a saltear o alho francês numa frigideira. Reservei.
Escorri as beringelas e passei-as por água. Deixei-as grelhar um pouco na grelha só com um borrifo de azeite.
Misturei o alho francês no seitan e desliguei.
Com o resto do tomate e da cebola, fiz um molho de tomate ligeiro.
Fiz também um bechamel com duas colheres de azeite, duas colheres de farinha e 250 ml de leite de soja. Lume baixinho e passados 10 minutos, pus metade deste molho no fundo de uma forma com 25X25 cm. Forrei com beringelas, uma camada de molho de tomate, seitan, nova camada de bechamel e o resto do seitan. Cobri com beringelas e pus por cima o resto do molho de tomate.
Ficou muito bom, sem queijo e sem os hidratos de carbono da massa.